segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Oxum ... Deusa do Amor!




Ah, Minha Deusa
Quando foi a última vez
Que senti a vida em mim,
Feliz, suave, pulsando
Num ritmo sem fim?
Quando foi que senti
O primeiro toque do amor,
A ilusão da primeira paixão,
A dor do primeiro adeus,
O sabor da primeira lágrima em vão?
Ah, Minha Deusa
Permita-me amar de novo,
O amor dos homens,
A paixão dos loucos,
Pelo qual anseia meu corpo.
Permita-me ser feliz e infeliz,
Sonhar e sofrer.
Permita-me te pedir
O amor que mereço nesta vida,
Passageiro como a brisa.
Permita-me amar e chorar,
Entregar-me a uma paixão qualquer.
Sentir o passado voltar,
Trazendo o que me for de merecer.
Ah, Minha Deusa,
Não sabes, não sonhas,
Como é triste sentir o vazio
Onde um dia senti o amor.
Como é triste sorrir sem vontade,
Por nem ter por que chorar.
Como é triste fingir pesadelos
Quando não se tem o que sonhar.

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